segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A história do nosso Árgon

  O Árgon  é um gatinho que encontramos na noite da passagem de ano num descampado vedado, que segundo vizinhos fora atropelado e não mexia a pata frontal direita. Já se devia encontrar naquele local há algum tempo, por isso, era provável que tivesse passado todos os dias chuvosos de Dezembro ali. Perante esta situação ficamos comovidos.
  Como jovens que somos, não temos recursos suficientes, mas, ainda assim, promovemos uma pequena recolha de fundos, por pessoas próximas, e levámos o gatinho ao veterinário. O veterinário disse-nos depois de analisar a radiografia e verificar que não havia fractura que, possivelmente, durante o atropelamento, o gatinho forçou demasiado o tendão do membro e os nervos deixaram de funcionar no mesmo. O gatinho perdeu a sensibilidade nesse membro e que a solução para o problema passava pela amputação. Como ele não tem sensibilidade, desgasta o membro sem se aperceber, sem sentir dor, acabando por ganhar feridas. Uma amputação custaria 125 euros e os medicamentos rondariam os 10 euros. 
  Decidimos recorrer à ajudar da "A Pata Vermelha", instituição que respeita à saúde dos animais. Esta dedica-se  à angariação de fundos e medicamentos para animais abandonados ou carenciados na área da saúde e que contacta directamente com associações que acolhem animais abandonados, prestando-lhes auxílio monetário ou com medicamentos, e pessoas que não tenham meios financeiros para cuidar dos animais que acolhem. 
  Após a publicação da notícia no blogue da instituição à qual pedimos auxílio, rapidamente conseguimos angariar o dinheiro necessário à operação do Árgon que se realizará o mais rápido possível e posteriormente um novo lar, ou seja, uma nova vida!

1 comentário:

  1. "Três inseparáveis amigos:
    O Nero, A Ísis e o Adamastor"


    O Nero, não é um simples gato,
    Apesar de ser um animal,
    É de facto,
    Um amigo franco e leal.
    Do meu coração é dono,
    Das minhas horas, do meu tempo,
    Dos meus passos,
    Vigilante do meu sono,
    Sempre atento ao mais leve movimento
    Em todos os espaços…

    Tem por companheira
    A bela e doce gata Ísis,
    Astuta princesa do lar.
    Com sua brincadeira
    É bálsamo salutar,
    Colorindo de magia
    A mais breve monotonia
    Fazendo nossos dias mais felizes…

    Há ainda o amigo,
    Coelho Adamastor,
    Partilhando entre si e comigo
    Sublimes momentos de ternura,
    De amizade pura,
    De beleza, de amor,
    Que observá-los,
    Mimá-los
    É uma óptima terapia.
    Depois da jornada do dia,
    São as minhas estrelas,
    Estas criaturinhas de Deus, tão belas…

    Libânia Madureira

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